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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

COMIDA DI BUTECO 2014 - MUITAS MUDANÇAS...

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Comida di Buteco deste ano já tem data e locais marcados: será de 11 de abril a 11 de maio , em 16 cidades brasileiras, sendo seis mineiras . Além de BH, Montes Claros, Ipatinga, Juiz de Fora, Poços de Caldas e Uberlândia, o concurso gastronômico contemplará Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Fortaleza, Belém, Manaus, Goiânia, Campinas, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto. Será uma edição importante para o evento, que ano passado perdeu um de seus fundadores (e mentor, garoto propaganda, porta voz etc), Eduardo Maya - atualmente ele cuida de outro evento gastronômico, o Aproxima (leia mais sobre isso aqui ). 


 

A saída de Maya provocou grande debandada de botecos na edição de BH. A organização do evento informa que 24 bares previstos para participar resolveram ficar de fora (esse grupo de dissidentes está preparando evento próprio, chamado Butecar ). Em compensação, o público verá essas vagas serem preenchidas principalmente porestreantes , ou seja, casas que nunca participaram do CdB antes. Oportunidade e tanto para conhecer lugares novos. Como ano passado, serão 45 bares participantes 

Conseguir a lista deste ano (que foi definida há meses) é algo impossível por agora, mas apurei que dois “campeões do passado” estarão de volta nesta edição e que o Temático, ao contrário do que andaram dizendo, continuará participando do CdB. Além disso, um bar com 40 anos de existência (não consegui saber qual) fará sua estreia no evento. Haverá bom equilíbrio de bares pelas regionais da cidade , característica que tem deixado de ser apenas “simpática” para se tornar essencial 

seleção dos novos botecos foi feita, como de costume, por meio de pesquisa dos organizadores e indicações pelo site do evento. O esquema de votação permanecerá inalterado, com as mesmas categorias (petisco, com 70%; temperatura da bebida; atendimento; e higiene) e o mesmo peso para as escolhas do público e jurados. Continuarão sendo rebaixados os bares com pior desempenho durante o concurso, o que corresponde a 20% do total de casas participantes. 

Como já foi anunciado, o tema será livre . “Isso é bom por um lado, mas perigoso por outro. Linguiça e mandioca, por exemplo, engessaram os cardápios ano passado. Isso não quer dizer que em 2015 o tema será livre também. Olharemos com mais critério o tema, que terá de agregar mais valor cultural e levar o dono do boteco a uma pesquisa, despertando interesse no público”, avalia Maria Eulália Araújo , uma das organizadoras do CdB. 

Sobre a overdose de marketing presente nas últimas edições, o panorama atual não é dos mais animadores . Como ano passado, serão mantidos dois apresentadores, quatro patrocinadores e seis apoiadores, cada um com uma ação própria no evento. Haverá uma troca significativa de patrocinadores, sendo que hoje o CdB não depende mais de uma marca de cerveja para continuar existindo. Mas nem tudo são flores e o patrocínio continua sendo o calcanhar de aquiles do evento. Ao mesmo tempo que o sustenta, pode colocá-lo em situações embaraçosas. 

“Em 2007 o Comida di Buteco corria o risco de acabar . Apesar da forte popularidade, foi um momento muito difícil. Eu e Eduardo Maya não tínhamos como tocar tudo sozinhos e precisávamos expandir para outras cidades para não perder espaço para o Boteco Bohemia . Naquela época, a indústria de alimentos não olhava com interesse para os botecos”, conta Maria Eulália. Segundo ela, quando a Hellmann’s tornou-se patrocinadora do evento, quase todos os bares já usavam maionese em alguns de seus petiscos. Mesmo assim, não faltaram críticos enxergando exagero no uso do ingrediente a partir de então. 

Sem a Hellmann’s, revela a organizadora, o Comida di Buteco não teria saído de Belo Horizonte . “Trazer o patrocinador para a mesa do bar às vezes é a forma de evitar que ele queira envelopar a casa inteira com a sua marca. Essa é uma queda de braço constante. Como não temos relação comercial com os bares, que não pagam para participar do evento, a conta não fecha se não tivermos patrocinadores”, completa Maria Eulália. O petisco de entrada feito com Doritos , por exemplo, será mantido (embora os bares não sejam obrigados a fazê-lo). 

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